domingo, 19 de julio de 2015

VÉU É QUESTÃO DE ORDEM

Escriba Valdemir publica livro COMPÊNDIO TEOLÓGICO SOBRE O VÉU. Mais de 300 páginas na qual argumenta sobre o mandamento das mulheres usarem véu. (amazon.com, clubedeautores.com.br e outras livrarias virtuais)

(Parte do livro)


VÉU É QUESTÃO DE ORDEM
QUESTÃO DE HIERARQUIA (versículo 3)
Deus ama a ordem. Por isto estabeleceu o ordem que devemos seguir na igreja. Quando nós saímos desta ordem nos rebelamos contra ele. A partir desse momento Deus nos tira o direito de chamar-nos cristãos.
Recorde que I Coríntios 11 trata da ordem e da autoridade na igreja. Cristo como cabeça da igreja, é cabeça de todos os membros, tanto do varão como da mulher. Gálatas 3.28 diz: " Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus." Quanto à salvação e os privilégios em Cristo não existe diferença entre o homem e a mulher. São iguais. Mas quanto à administração na igreja, Cristo a dirige por meio dos varões cheios do Espírito Santo (I Timóteo 2.11–12). Por esta razão em I Coríntios 11.3 se fala da ordem administrativa dizendo: "Cristo é a cabeça de todo homem, o homem é a cabeça da mulher". Agora completamos o quadro desta maneira:
Na administração da igreja a mulher cristã se sujeita ao homem. Esta sujeição não significa uma sujeição de escravatura nem de exploração. Também não indica que a mulher é menor em importância do que o varão. Isto se relaciona somente com a função administrativa da mulher dentro da igreja e lar não tem relação com seu valor e importância. "Se alguém se considera profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor." (I Coríntios 14.37). Obedecer a Deus traz ordem e harmonia.
A mulher cristã, sim, tem um ministério a cumprir. Ela também tem dons espirituais que exerce no reino de Deus. Na igreja primitiva vemos que muitas mulheres exerciam seus dons ajudando grandemente na obra. Mas sempre o faziam segundo esta ordem bíblica, não participando na administração da igreja. As mulheres não exerciam autoridade sobre os homens.
Ainda que Deus pôs uma distinção clara entre o homem e a mulher, os dois se completam um ao outro. Os versículos 11–12 ilustram perfeitamente esta interdependência. A primeira mulher foi criada de uma costela do primeiro homem. Mas agora cada homem nasce de uma mulher. O homem e a mulher dependem um do outro. As mulheres precisam dos homens quanto a suas qualidades de força e liderança. Os homens precisam das mulheres por causa de sua gentileza e virtude. No entanto, como diz a última frase do versículo 12, "tudo vem de Deus". Que ilustração mais perfeita de harmonia e intercâmbio!
Sabemos que o plano de Deus é perfeito. Encontramos a maior felicidade e utilidade em nosso serviço cristão se todos nos sujeitamos a sua vontade e trabalharmos no lugar onde ele nos põe. Mas quando desobedecemos a sua vontade nos convertemos em rebeldes.
Ordem - autoridade e sujeição
     “Mas quero que vós saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem é a cabeça da mulher, e Deus é a cabeça de Cristo” (ver.3).
     Paulo, agora, estabelece aqui as bases do novo ensino que vai revelar a seguir. O ensino que ele vai expor só se entende bem se tivermos em conta as premissas por ele aqui enunciadas, a saber, que Deus é a cabeça de Cristo, que Cristo é a cabeça do homem e que o homem é a cabeça da mulher.
      As palavras de Paulo no Ver. 3 revelam implicitamente os dois alicerces que garantem a ordem e a harmonia no funcionamento da igreja, nomeadamente, a autoridade e a sujeição a essa autoridade.
      É impossível que uma igreja funcione bem sem estes dois alicerces.
      Nesta epístola é evidente a preocupação de Deus com a ordem que deve haver na igreja.
     Em 1 Coríntios 14: 33 e 40, Paulo diz, relativamente à igreja, quando esta se reúne, que Deus privilegia a ordem - não a confusão.
      “Porque Deus não é Deus de confusão, mas de paz. Como em todas as igrejas dos santos.
      “Mas faça-se tudo com decência e ordem”.
      Temos, então, no texto em consideração, a autoridade de Deus em relação a Cristo e a sujeição voluntária de Cristo em relação a Deus; temos a autoridade de Cristo em relação ao homem e a sujeição do homem em relação a Cristo; e temos a autoridade do homem em relação à mulher e a sujeição da mulher em relação ao homem. Estes exemplos de autoridade e sujeição foram concebidos por Deus e são fundamentais para que haja ordem e harmonia garantidas.
      Todo o crente no Senhor Jesus Cristo curva-se perante esta declaração divina. Quando Deus diz que a cabeça da mulher é o homem, é caricato, ridículo e inútil haver quem queira disputar e discutir a questão.
      Claro está que isto nada tem a ver com superioridade e inferioridade, mas tão-somente com ordem. Exemplo disso é a autoridade de Deus em relação a Cristo e a sujeição de Cristo em relação a Deus. Ambos são Deus, mas porque Deus é um Deus de ordem, o Pai está em lugar de autoridade com amor, e Cristo em lugar de sujeição voluntária. O mesmo é esperado de homens e mulheres. Aqueles devem exercer a sua autoridade com amor e estas devem ocupar o seu lugar de sujeição voluntariamente.
      Mas não há algumas mulheres mais inteligentes do que os seus maridos? Sem dúvida! E daí? Não há filhos mais inteligentes do que os seus pais? Será que tal fato justifica que desobedeçam aos seus procriadores? Porque a mulher possui um melhor dom de palavra do que os homens que falam em público, não justifica que ela ocupe um lugar que Deus não lhe deu. Os filhos podem ser mais inteligentes e capazes do que os pais, e ainda assim quem deve estar no lugar de autoridade são os progenitores e no lugar de sujeição, os descendentes.
      A questão é inteiramente de ordem, pois Deus é um Deus de ordem. O modo de funcionamento do universo faz dissipar qualquer dúvida a este respeito.
      No dia em que os filhos tomarem o lugar de autoridade na família, teremos o caos garantido. Ora é exatamente isso que está a acontecer nas igrejas onde as mulheres desorbitam da sua esfera, ocupando o lugar de autoridade.
     O argumento que muitos apresentam, “Mas ela é uma bênção tão grande …”, não passa de uma falácia, de uma enorme armadilha. Quando Moisés feriu a rocha em vez de simplesmente lhe falar, como o Senhor tinha ordenado, apesar de dela ter brotado água para dessedentar os Israelitas, ter brotado, portanto, bênção, o resultado não justificou a sua ação - além de que granjeou-lhe o desagrado do Senhor e destituiu-o da honra e privilégio de introduzir o povo na Terra Prometida (Núm. 20:7-12). Que as irmãs atentem para este aviso e não falhem a recompensa.
     Deus nunca pretendeu que a mulher fosse uma criatura independente à parte do homem; mas que estivesse associada a ele e que juntos tipificassem a relação que existe entre Cristo e a Sua Igreja (Efé. 5:22-33).
      Ora, se a mulher representa a Igreja, que está sujeita a Cristo, não há dúvida alguma que a mulher deve estar sujeita ao homem, pois é esse o papel da Igreja relativamente a Cristo - sujeição.
      Nós não esperamos que o mundo se sujeite à Palavra de Deus. O mundo faz pouco ou nenhum caso do que Deus diz. A sua atitude distingue-se pela forma como desafia e transgride as leis Divinas. Já das filhas de Deus esperamos que se sujeitem à autoridade das Escrituras e deem ouvidos ao que estas dizem sobre este importante assunto.
 Uma palavra às mulheres
      Mulher, mantém-te no lugar de infinita sabedoria que Deus te reservou. O teu lugar não é o lugar de “cabeça”; esse pertence ao homem e é da sua inteira responsabilidade perante Deus. A parte da liderança não é tua, mas dele. O Senhor quis que assim fosse. A tua esfera é de recato, mas maravilhosa. Não a manches introduzindo-te no território dele. O clamor universal relativamente aos “direitos” da mulher é contra Deus; é um ato de rebelião, um péssimo sinal dos últimos dias. Mantém-te no teu lugar no temor do Senhor, no lugar em que o Senhor achou que podias brilhar mais, pois não podes brilhar tanto como correspondendo ao propósito para o qual Deus te criou. O grande objetivo de Satanás foi sempre procurar frustrar esse propósito. Quanto mais te quiseres parecer com o homem, mais destituída ficarás da vontade de Deus para ti. Quanto mais feminina fores mais agradarás ao Senhor. Uma mulher nunca pode ser demasiado feminina pela simples razão de ser mulher. É tua responsabilidade evitares que modas, tendências, inovações, ou o que quer que seja, te façam parecer masculina. Tu és a glória do homem (Ver. 7); não queiras ser a sua vergonha (Ver. 5).
O uso do véu simboliza esta ordem divina na qual Cristo se sujeita voluntariamente ao Deus Pai, e as mulheres se sujeitam voluntariamente ao homem. Quis Deus que esta singela peça de tecido tivesse profunda representação tipológica sobre a ordem do universo e do mundo. É lamentável que muitos líderes cristãos deixando de analisar estritamente o texto bíblico partem para uma alucinante interpretação histórica sobre o valor cultural do véu, alegando que Paulo está dando uma ordem local e temporária. Mas sejam sinceros, não são argumentos sociais que Paulo usa para forçar a igreja de Corinto a se adequar ao costume doutrinário das outras igrejas. São argumentos espirituais, fundamentado na ordem celestial e divina estabelecida por Deus sobre a posição de Deus, de Cristo, do Homem e da Mulher no universo. Se em vez de olhar para o que diz a Palavra de Deus, preferem devanear em suas filosofias humanas. Lavo minhas mãos.


O CARÁTER SAGRADO DO VÉU

Escriba Valdemir publica livro COMPÊNDIO TEOLÓGICO SOBRE O VÉU. Mais de 300 páginas na qual argumenta sobre o mandamento das mulheres usarem véu.

(Parte do livro)
O CARÁTER SAGRADO DO VÉU
O uso do véu na Bíblia, tanto no Novo como no Antigo Testamento está relacionado com o sagrado. O véu separava os compartimentos do tabernáculo, e cobria o rosto de Moisés quando resplandecia a glória de Deus. Na instituição cristã das mulheres usarem véu é dito que o cabelo da mulher comprido é honroso porque ele é um contra véu, ou segue paralelo ao véu ou em oposição (I Cor 11.15, traduzido comumente: “em lugar do véu”). Portanto, véu é sinônimo de sagrado. Muitas igrejas cristãs centenárias e ritualísticas usam véus para cobrir suas relíquias sagradas:
Véu eucarístico cobrindo o cálice e a patena.

Dentre as igrejas cristãs  que possuem tradições litúrgicas, diferentes tipos de véus são usados. Muitos desses véus estão associados ao véu do Tabernáculo do deserto e ao véu do Santo dos Santos do Templo de Salomão. O propósito desses véus é, em geral, proteger os objetos mais sacros, em particular a Eucaristia:
·         Véu do Tabernáculo, usado para cobrir o Sacrário, usado particularmente na liturgia Católica Romana, mas também em outras tradições, é usado quando a Eucaristia está dentro do sacrário;
·         O Cibório ou Âmbula, o cálice onde as hóstias são armazenadas na tradição Católica, é protegido por um véu quando as hóstias que armazena foram consagradas; antes parte obrigatória da liturgia, hoje são considerados opcionais;
·         cálice e patena contendo o vinho e o pão eucarísticos são também cobertos com um véu para evitar que os materiais sejam contaminados ou derramados. Na tradição católica um único véu é usado para ambos os materiais; nas igrejas orientais três véus são usados: um para o cálice, outro para o diskos (patena) e um terceiro, o Aër, para cobrir os dois anteriores;
·         Véu umeral é uma veste litúrgica utilizada no Rito romano, bem como em algumas igrejas Anglicana e Luterana durante a exposição do Santíssimo Sacramento;
·         Durante a quaresma, muitas igrejas velam seus crucifixos com véus de cor roxa, vermelha ou preta, a depender da tradição litúrgica, para demonstrar luto pela morte de Cristo. (Wikipédia)


O VÉU É DOUTRINA TRANSCULTURAL

Escriba Valdemir publica livro COMPÊNDIO TEOLÓGICO SOBRE O VÉU. Mais de 300 páginas na qual argumenta sobre o mandamento das mulheres usarem véu.

(Parte do livro)


O VÉU É DOUTRINA TRANSCULTURAL
Com sua pré-ciência profética, Paulo talvez supôs que suas cartas iriam circular amplamente com expressão de doutrina apostólica. Todas suas epístolas têm mensagens com aplicação geral ainda que dirigidas as necessidades e problema locais. Com isto em mente podemos ver que o ensinamento do véu não foi somente uma situação sociocultural específica, mas também uma doutrina para todas as igrejas em todo lugar. Se considerarmos a carta aos Coríntios como Palavra de Deus, devemos aceitar que a doutrina do véu é transcultural e válida para todos os santos em todos os lugares, conforme se lê no destinatário da carta:
PAULO (chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus), e o irmão Sóstenes, 2  À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso SENHOR Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: (I Coríntios 1.1-2)

SIMBOLOGIA CRISTÃ E O VÉU

Escriba Valdemir publica livro COMPÊNDIO TEOLÓGICO SOBRE O VÉU. Mais de 300 páginas na qual argumenta sobre o mandamento das mulheres usarem véu.

(Parte do livro)


SIMBOLOGIA CRISTÃ E O VÉU

O cristianismo é uma religião com poucos rituais e festas comemorativas. Ainda que inventou-se muitas coisas ao longo do tempo, mas basicamente no Novo Testamento só vemos como rituais cristãos três cerimônias:
BATISMO    / SANTA CEIA   / USO DO VÉU
Fico estarrecido que muitas outras invenciones são tão respeitadas e praticadas com fervor e o que a Palavra de Deus manda é relegada e mesmo esquecida.
Cerimônias copiadas de outras religiões, de tradições seculares e do paganismo que são incorporadas as práticas cristãs são levadas muito mais a serio, como exemplo vou citar algumas:
Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, não comer carne em dias especiais, comemoração de aniversário, apresentação de criança, noivado, cerimônia de casamento, templo, cerimônia fúnebre, apelo para aceitar Jesus, bem-vindo aos visitantes, campanhas disso e daquilo, etc.
Não vou entrar no mérito do valor destas cerimônias, mas elas não são ordenanças divinas, são tradições humanas. Mas o batismo, a Ceia do Senhor e o uso do véu, são cerimônias e rituais ordenados na Bíblia. São rituais porque possuem elementos representativos, figurativos e simbólicos, assim é que o batismo por imersão com ÁGUA representa o sepultamento do convertido, significando que a pessoa morreu para o mundo e nasceu para Deus. A Ceia do Senhor é outro ritual que biblicamente deve ser celebrado todo primeiro dia da semana, cujos elementos representativos são O VINHO E O PÃO. Estes dois elementos simbolizam o sangue e o corpo de Jesus, quando celebramos a ceia/eucaristia/comunhão, estamos relembrando a morte do Senhor por nós, bem como ao comermos do pão e bebermos do vinho estamos dizendo figurativamente que a vida do Senhor Jesus está em nós. Quanto ao VÉU, esta pequena peça de pano que as mulheres cristãs devem por na cabeça quando oram ou profetizam (falam em público no culto), representa o reconhecimento que as mulheres têm a hierarquia divina, aos anjos e ao senhorio do sexo masculino como cabeça da mulher e da criação.
No capítulo 11 da primeira carta aos Coríntios, Paulo trata de duas cerimônias que estavam sendo deturpadas pelos coríntios, a questão do véu (versos 2 a 16) e a questão da Ceia do Senhor (versos 17 à 34). Entendo que a disposição destes dois assuntos no mesmo capítulo é uma indicação do Espírito Santo para o valor das cerimônias cristãs.
Repetindo: batismo, ceia e uso do véu são rituais celebrados no cristianismo.  Agora, Não são rituais e cerimônias da doutrina cristã:
Natal – A Bíblia manda comemorar a morte de Cristo (Ceia) e não o nascimento, além do que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro. Muitas igrejas se enfeitam com artigos de natal, quando as mulheres cristãs deviam se ornar com o véu e não fazem.
Dia das Mães – Invenção comercial muito divulgada pelos meios de comunicação para aquecer o mercado. De fato devemos honrar pai e mãe, todos os dias.
Dias dos Namorados – Outra festividade mundana, que hoje aquece o mercado de motéis e restaurante. O namoro judaico-cristão esta longe do modelo hoje praticado. A igreja existe para influenciar o mundo e mudar os costumes de quem se converte e não ser guiado pelos costumes do mundo. Muitas igrejas promover encontros para casais neste dia e até para jovens para incentivar o namoro entre os fiéis. Incentivar a obediência a Palavra não fazem.
Não comer carne em dias especiais – Deixar de comer carne em respeito ao Senhor é um sacrifício pessoal até louvável, mas o leve sacrifício de por o véu na cabeça quando oram, as cristãs não o fazem.
Aniversário – Festa mundana, na Bíblia é citado o aniversário de Herodes que mandou decepar a cabeça de João Batista em plena festa de aniversário: “Festejando-se, porém, o dia natalício de Herodes” (Mateus 14.6). Se não parabenizar a irmã no dia do seu aniversário, ela até se ofende, mas quando ora não se cobre com o véu que ofende a hierarquia divina.
Apresentação de criança – Este é um ritual do judaísmo, que nem mesmo foi emprestado pelo cristianismo, fazemos por imitação. Não há ordem expressa no cristianismo para apresentar crianças no culto. Sim, todos os pais devem apresentar seus filhos em oração a Deus e devem educa-los na vontade de Deus. Bem, podemos levar criança recém-nascida para apresentar no culto para que a igreja ore por ela, mas por que as mulheres não oram com o véu na cabeça que é ordenança bíblica?
Noivado – Quando um casal se compromete em casar, costumam conforme as tradições das nações, fazer uma cerimonia inventada pelos homens para trocarem alianças. Mas, por que as mulheres não usam o véu quando oram, posto que é uma aliança divina, que representa a submissão feminina? Como vão representar algo que não vivem e que nem querem ser submissas...
Cerimônia de casamento – Não há na Bíblia ordem expressa para celebrar casamento, mas também não vamos negar que é uma tradição judaica, na qual o próprio Jesus começou seu ministério de milagres em uma festa de casamento, transformando água em vinho, demonstrando boa vontade de Deus para com os momentos de alegria dos homens e das mulheres. Então porque as mulheres não mostram boa vontade para com Deus usando o véu quando oram. Façam este milagre!
Templo – O cristianismo é tão simples, mas tão simples em sua essência que Jesus se esqueceu de determinar a construção de templos sagrados para ser cultuado. Dezenas de anos depois que Jesus subiu aos céus e os apóstolos nem tiveram a preocupação de fazer uma campanha para coletar ofertas para comprar um terreno e construir uma “igreja”. Quem conhece a Bíblia sabe que os cristãos faziam seus cultos em qualquer lugar, casas, florestas, terreiros, até dentro de cemitérios. Hoje fazem prédios suntuosos. Alguns que custaram milhões de reais. Mas, usar o véu na cabeça quando oram parece que é um preço muito caro para uma cristã pagar. Talvez seja muito humilhante...
Cerimônia fúnebre – O cristianismo é a religião de Deus, e Deus se revela aos homens exigindo quase nada de rituais. Não importa se o cristão é enterrado, cremado, jogado seu cadáver no mar, Deus o ressuscitará. Se alguém recomendou ou não recomendou sua alma, tanto faz. A cerimônia fúnebre é outra invenção humana que serve para os vivos se despedirem do defunto, apenas para ficar diante de um corpo sem vida que nem pode perceber quem veio ou não ao seu enterro. O maior valor da cerimônia fúnebre é o conforto que a família do defunto pode receber dos amigos no momento de grande perda. Agora, como usar o véu é algo que não serve para nada, somente agradar a Deus, nenhuma cristã tem interesse de usar, nem os líderes tem interesse em ensinar e determinar a prática bíblica. Este conforto ninguém dá para Deus. Comprar caixão caríssimo, construir sepultura ostentosa muitos fazem, usar um véu barato na cabeça que é ordem divina, elas não querem usar...
Apelo para aceitar Jesus – Ao final dos cultos, logo após a pregação, muitas igrejas criaram o momento do apelo par quem quer aceitar Jesus. Este apelo ritualístico não era praticado na igreja primitiva. À medida que as pessoas ouviam a mensagem cristã e demonstram arrependimento e interesse em se converter, elas eram instruídas na verdade e logo eram batizadas. O batismo é o ritual de entrada na igreja, o apelo para aceitar Jesus é um ritual que marca o momento em que a pessoa passa a se preparar para ser batizada. Ótimo, criam um ritual de pré-ingresso na igreja para se preparar para o ritual de ingresso na igreja. Por que não segue os rituais que já existem e estão determinados pela Palavra de Deus, em vez de por em prática os seus próprios rituais?
Bem-vindo aos visitantes – uma cerimônia, ou ato litúrgico que ocorre durante o culto em algumas igrejas, é o simpático ato de apresentar aos fiéis às pessoas que estão visitando aquela igreja. Algumas denominações cantam até um hino de saudação. Parabéns pela educação em recepcionar crentes de outra igreja, mas por que as cristãs não recepcionam Deus e os anjos com o símbolo do véu na cabeça? Não precisa andar o tempo todo com o véu, Deus só pede que o recepcione assim quando oram ou profetizam.
Campanhas – Muitas igrejas principalmente as pentecostais, inventam campanhas de oração de sete dias de culto em favor disso, para conseguir aquilo, uma forma de estimular a fé. É uma invencionice marqueteira para incentivar os cristãos a assistirem ao culto. Por que não fazem uma campanha de instrução na Palavra de Deus para conseguirem obedecer à vontade de Deus?
PRINCÍPIO SIM, SIMBOLOGIA NÃO
O Dr. Fabiano Antônio Ferreira também fala da importância do símbolo do véu e o princípio espiritual que ele representa: “Uma razão que precisamos considerar para admitirmos a permanência do véu das mulheres na igreja hoje é de caráter semiológico, ou seja, diz respeito à maneira como lidamos com os símbolos estabelecidos por Deus para a igreja. Assim, quando encontramos, por exemplo, na nota de rodapé da Bíblia de Estudo Pentecostal acerca desta passagem, v. 6, a assertiva seguinte: “o princípio subjacente ao uso do véu deve permanecer, enquanto que o símbolo não”, temos de escolher entre o ensino apostólico e uma tradição interpretativa que se choca com esse ensino. Pois, abolir o uso do véu arbitrariamente por ser apenas um símbolo no NT e tentar abstrair um princípio subjacente é dicotomizar injustificavelmente o símbolo e a realidade simbolizada, passando por cima do claro ensino do apóstolo, cuja intencionalidade comunicativa claramente exposta em seu texto jamais sancionaria tal procedimento. De fato, isto demonstra, também, um procedimento semiológico dúbio, infundado e até perigoso. Por que? Porque estabelece a autoridade do intérprete em decidir o que deve e o que não deve permanecer na Palavra de Deus, quanto à questão dos símbolos. Então, se eu sou a autoridade nessas questões, a Bíblia deixa de ser a autoridade; quer dizer, o intérprete se coloca em posição acima da do apóstolo, que ordena explicitamente: Que ponha o véu! Deste modo, se eu posso decidir ficar com alguns símbolos que julgo necessários e abolir outros que julgo supérfluos, este procedimento semiológico abre espaço para eu ter de calar-me quando alguém extrapolar nessa linha de ação, alegando que o que realmente importa é a realidade simbolizada e abaixo qualquer tipo de símbolo! Assim, se surgir um novidadeiro teológico, vítima do MHC (consciente ou inconsciente), que adotou esta posição extremada e julga que não são mais necessários por serem apenas símbolos, que autoridade eu terei para discordar dele, tendo em vista que eu também procedi da mesma maneira e aboli os símbolos que julguei inconvenientes e mantive outros que quis, e ele da mesma maneira? Bem, então, a questão se complica, pois se os homens são as autoridades, cada um fará o que quiser neste campo semiológico e ninguém tem direito de reclamar. Contudo, as coisas não devem ser assim. Neste caso especifico dos símbolos do NT, é melhor que ouçamos Ferdinand de Saussure, o grande linguista, que postulava que o significante é indissociável do significado, como os dois lados de uma moeda, e mantenhamos os símbolos que nos foram legados no NT, embora saibamos que o que importa mesmo é a realidade simbolizada. Então, diz o apóstolo, no caso das mulheres: Que ponha o véu!”

REBELDIA DAS CRISTÃS DE CORINTO

Escriba Valdemir publica livro COMPÊNDIO TEÓLOGICO SOBRE O VÉU. Mais de 300 páginas na qual argumenta sobre o mandamento das mulheres usarem véu.

(Parte do livro)
FUNDAMENTO BÍBLICO DA DOUTRINA DO VÉU
Consideremos o que diz a Bíblia, citando I Coríntios 11.2–16. Ao começar esta análise peço que leia o texto abaixo, com singeleza de coração, sem armar o cérebro para rebater ou repudiar o que está escrito. Leia com a simplicidade de uma criança, pois assim será mais fácil entender e aceitar, do que ler como um filósofo ou advogado, procurando “brechas” para defender uma causa já pré-concebida.
2 Ora, eu vos louvo, porque em tudo vos lembrais de mim, e guardais os preceitos assim como vo-los entreguei.
3 Quero porém, que saibais que Cristo é a cabeça de todo homem, o homem a cabeça da mulher, e Deus a cabeça de Cristo.
4 Todo homem que ora ou profetiza com a cabeça coberta desonra a sua cabeça.
5 Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra a sua cabeça, porque é a mesma coisa como se estivesse rapada.
6 Portanto, se a mulher não se cobre com véu, tosquie-se também; se, porém, para a mulher é vergonhoso ser tosquiada ou rapada, cubra-se com véu.
7 Pois o homem, na verdade, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus; mas a mulher é a glória do homem.
8 Porque o homem não proveio da mulher, mas a mulher do homem;
9 nem foi o homem criado por causa da mulher, mas sim, a mulher por causa do homem.
10 Portanto, a mulher deve trazer sobre a cabeça um sinal de submissão, por causa dos anjos.
11 Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher.
12 pois, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus.
13 julgai entre vós mesmos: é conveniente que uma mulher com a cabeça descoberta ore a Deus?
14 Não vos ensina a própria natureza que se o homem tiver cabelo comprido, é para ele uma desonra;
15 mas se a mulher tiver o cabelo comprido, é para ela uma glória? Pois a cabeleira lhe foi dada em lugar de véu.
16 Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem tampouco as igrejas de Deus.

A REBELDIA DAS CRISTÃS DE CORINTO
Alguns teólogos e outros líderes cristãos têm inventado as mais estapafúrdias explicações para falar que a ordem paulina sobre o véu era exclusivamente para a Igreja de Corinto, não sendo um mandamento universal para as demais igrejas.  Mas a tradição bíblica da mulher cobrir a cabeça durante a oração não é confinada ao tempo do Novo Testamento do Apóstolo Paulo. Esta era uma prática comum no Antigo Testamento, bem como evidenciado pelos seguintes escrituras registradas no Antigo Testamento:
Gênesis 24.65: E disse ao servo: Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? E o servo disse: Este é meu SENHOR. Então tomou ela o véu e cobriu-se.
Gênesis 38.14: Então ela tirou de sobre si os vestidos da sua viuvez e cobriu-se com o véu, e envolveu-se, e assentou-se à entrada das duas fontes que estão no caminho de Timna, porque via que Selá já era grande, e ela não lhe fora dada por mulher.
Gênesis 38.19: E ela se levantou, e se foi e tirou de sobre si o seu véu, e vestiu os vestidos da sua viuvez.
Ruth 3.15: Disse mais: Dá-me o véu que tens sobre ti, e segura-a. E ela a segurou; e ele mediu seis medidas de cevada, e lhas pôs em cima; então foi para a cidade.
Assim, é claramente estabelecido em evidência bíblica de que o véu era um costume na qual as mulheres deveriam cobrir a cabeça. Nos tempos do Antigo Testamento isto era verdade tanto em um contexto social quanto religioso. No Novo Testamento, tornou-se uma exortação de destaque para as fiéis na igreja de Corinto.
Uma vez que, na época do apóstolo Paulo, o uso do véu (ou não usá-lo) tinha tantas implicações sociais e religiosas, vale a pena se aprofundar nestes aspectos para ter uma clara compreensão e apreciação desta prática bíblica. Aparentemente, esta prática social no mundo greco-romano foi uma influência Oriental. Porque em terras orientais uma mulher com véu simbolizava a honra e a dignidade feminina. Com um véu em sua cabeça, ela era capaz de ir a qualquer lugar em segurança e profundo respeito. Na visão Oriental a autoridade de uma mulher e dignidade desaparece quando ela não se cobria com o véu.
Durante o início da vida do apóstolo Paulo, na cidade de Tarso, este foi o procedimento social dominante. Apesar de Tarso ser uma cidade greco-romana, foi marcada pela cultura oriental, e não grega. Assim, nos seus dias a dignidade da mulher dependia em grande sentido dela usar o véu. Por outro lado, as mulheres que apareciam em público com a cabeça descoberta eram consideradas de má reputação. Elas eram consideradas como mulheres desonrosas, e de caráter questionável.
A história nos diz que algumas das mulheres convertidas na igreja de Corinto se recusavam a cobrir-se com seus véus durante o culto, assim, praticamente alegando autoridade igual ao dos homens. Uma vez que o Apóstolo Paulo ensinou que "não pode haver macho ou fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus" (Gálatas 3.28), algumas das mulheres aparentemente sentiram que a subordinação social aos homens deixou de ser aplicável. Assim, elas tomaram a liberdade de não usar véu. Obviamente, isso deu uma má impressão e trouxe em certa medida opróbrio sobre o cristianismo. Assim, o Apóstolo Paulo tomou as medidas adequadas e dirigidas aquelas cristãs da Igreja, determinando que elas deveriam usar véu como as demais cristãs das outras igrejas do mundo, dirigindo assim sua primeira epístola aos Coríntios.
AUGUSTUS NICODEMUS
O pastor Fabiano Antonio Ferreira cita o Dr. Augustus Nicomedus para reforçar a tese de que a igreja de Corinto estava se rebelando contra a doutrina do véu que era observada por todas as igrejas cristãs da época apostólica:
O Dr. Augustus Nicodemus Lopes, erudito reformado conservador, ao analisar 1 Co 11.2-16, chegou à conclusão de que a posição das mulheres da Igreja de Corinto era diametralmente oposta à prática de todas as igrejas do NT, e apresentou até mesmo uma alternativa para “os estudiosos que já perderam a esperança de poder sistematizar, de forma harmônica, as passagens do Novo Testamento que tratam, por um lado, da igualdade ontológica do homem e da mulher, e por outro lado, da diferenciação em suas funções”. Pois uns dizem, segundo Lopes, que o ensino de 1 Co 11.2-16 foi causado pela cultura da época e pelas circunstâncias prevalecentes na cidade de Corinto. Lopes continua: “Outros insistem que Paulo estava condicionado pela cultura predominantemente machista e patriarcal de sua época, que suas palavras são condicionadas culturalmente e, portanto, inadequadas para as culturas e sociedades pós-modernas” do século XXI. Assim, Lopes apresenta uma alternativa a essas soluções de desespero, dizendo:
“Tais soluções de desespero deixam de perceber alguns pontos simples. O principal é a distinção entre o princípio teológico supracultural e a expressão cultural deste princípio. Enquanto o uso do véu é claramente um costume cultural, ao mesmo tempo expressa um princípio que não está condicionado a nenhuma cultura em particular, que é o da diferença fundamental entre o homem e a mulher. O que Paulo está defendendo é a vigência desta diferença no culto – o véu é apenas a forma pela qual isso ocorria normalmente em cidades gregas do século I. Além disso, Paulo defende a apresentação diferenciada da mulher no culto usando argumentos permanentes, que transcendem cultura, tempo e sociedade, como a distribuição ou economia da Trindade (1 Cor 11.3) e o modo pelo qual Deus criou o homem (1 Cor 11.8-9) . Acresce ainda que Paulo defende o uso do véu em Corinto apelando para o costume das igrejas cristãs em geral (1 Cor 11.16), o que indica que o uso do véu não era prática restrita apenas à cidade de Corinto, mas de todas as igrejas cristãs espalhadas pelo mundo grego”.


Catacumba de Priscila, Roma

LIVRO COMPÊNDIO TEOLÓGICO SOBRE O VÉU

Livro do Escriba Valdemir Mota de Menezes sobre o véu aborda os seguintes temas.

PARTE 1 – TEOLOGIA DO VÉU
FUNDAMENTO BÍBLICO DA DOUTRINA DO VÉU
A REBELDIA DAS CRISTÃS DE CORINTO
SIMBOLOGIA CRISTÃ E O VÉU
O VÉU É DOUTRINA TRANSCULTURAL
O CARÁTER SAGRADO DO VÉU
VÉU É QUESTÃO DE ORDEM
MÉTODO HISTÓRICO-CRÍTICO DE INTERPRETAR
OS ANJOS E O VÉU
O VÉU E A DIFERENÇA DOS SEXOS
IGUALDADE ENTRE SEXO SOMENTE RELATIVA
CABELO DA MULHER REALÇA A DIFERENÇA
PENSADORES ERUDITOS E O VÉU
DESCRIÇÃO DO VÉU
O ESPÍRITO SANTO E O VÉU
VÉU SÓ NA IGREJA?
VÉU É O CABELO?
VÉU PRECEITO DE PAULO OU DE DEUS?
CARACTERISTICAS DO VÉU CRISTÃO
OUTRA COBERTURA PODE SUBSTITUIR O VÉU?
RAZÕES PARA USAR O VÉU
DR. RUSSEL NORMAN CHAMPLIN
SATANÁS E O VÉU
DESCULPAS PARA NÃO USAR O VÉU
ARTIFÍCIOS HERMENÊUTICOS
PENTEADO MODESTO SUBSTITUI O VÉU
I CORÍNTIOS 11.2-16 É UMA INTERPOLAÇÃO
O VÉU ERA SÓ PARA OS CORÍNTIOS
SÓ PARA MULHERES CASADAS
A IGREJA TEM PODER DE ABDICAR DO VÉU
USA VÉU, MAS VIVE NO PECADO
USAR O VÉU É LEGALISMO RELIGIOSO
O VÉU E AS PROSTITUTAS
COSTUMES SOCIAIS E A TEOLOGIA DO VÉU
AMEAÇA DE EXCLUSÃO

PARTE 1 – HISTÓRIA DO VÉU
O VÉU E OS “PAIS DA IGREJA”
O VÉU NAS CATACUMBAS DE ROMA
REFORMA PROTESTANTE E O VÉU
RAINHA VITÓRIA DA INGLATERRA
O VÉU NA ANTIGUIDADE
O VÉU NA IDADE MÉDIA
O VÉU NO ISLAMISMO
O VÉU NO JUDAISMO
O VÉU DE NOIVA
O VÉU DA VIUVA
O VÉU NA MODA
O VÉU CIGANO
O VÉU NA ÍNDIA
O VÉU NAS RELIGIÕES AFRICANAS
A HISTÓRIA DO VÉU NA ARTE CRISTÃ
O VÉU NA IGREJA CATÓLICA ROMANA
IMAGENS DE MARIA COM VÉU
IGREJAS DO SÉCULO XXI QUE USAM VÉU
O VÉU APARTIR DO SÉCULO XX
A CONTRACULTURA DO VÉU
ADVERTÊNCIA AOS DESOBEDIENTES
FIEL NO POUCO
TORÇENDO AS ESCRITURAS
APOSTASIA DAS IGREJAS EVANGÉLICAS
VOLTEMOS A DOUTRINA DOS APÓSTOLOS
HIPOCRISIA
GUARDE OS ENSINAMENTOS